Roteiros Personalizados

”Aberto a investigadores de todas as gerações, o VII Colóquio Internacional Diálogos Luso-Sefarditas, oferece um conjunto significativo de conferências, asseguradas por reputados especialistas portugueses e internacionais, abrindo-se e apelando à apresentação de comunicações e atividades científicas e/ou projetos culturais livres, no âmbito das problemáticas sefarditas, mediante submissão, sujeita a aprovação pela comissão científica do evento, das respetivas propostas.

Coimbra é uma cidade milenar, com um passado rico em encontros de povos, heranças e diálogos culturais, detentora de um património histórico e urbanístico relevante para a memória-mundo sefardita, com um dos mais bem conservados mikve’ot judaicos medievais europeus. Razões que justificam que Coimbra receba, nos próximos dias 4, 5 e 6 de junho de 2025, o VII Colóquio Internacional Diálogos Luso-Sefarditas – Cidades-Mundo de Memória Judaica.

Afirmando uma parceria entre unidades de investigação científica universitárias, municípios e outras entidades particulares culturais, o VII Colóquio Internacional Diálogos Luso-Sefarditas – Cidades-Mundo de Memória Judaica dá continuidade aos Colóquios Internacionais anteriormente celebrados em Coimbra (2017), Aveiro (2019), Leiria (2021), Tomar (2022), Castelo de Vide (2023) e Guarda (2024), abrindo-se à partilha do conhecimento e debate sobre vivências e legados culturais das populações e sociedade sefarditas nos espaços ibéricos, atlânticos e mediterrânicos, assim como nos demais continentes tocados pela diáspora judaica.

O evento é organizado pela Câmara Municipal de Coimbra, Centro de História da Sociedade e da Cultura, da Universidade de Coimbra, Centro de Línguas, Literaturas e Culturas, da Universidade de Aveiro, Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, da Universidade de Évora, Instituto de História Contemporânea, da Universidade Nova de Lisboa, Cátedra de Estudos Sefarditas, da Universidade de Lisboa, Rede de Judiarias de Portugal e Sociedade Portuguesa de Oftalmologia.

Trata-se de um aberto a investigadores de todas as gerações, em formato presencial, mas com transmissão à distância, que oferece um conjunto significativo de conferências, asseguradas por reputados especialistas nacionais e internacionais. O evento pressupõe, ainda, a apresentação de comunicações e atividades científicas e/ou projetos culturais livres, no âmbito das problemáticas sefarditas. Essas propostas devem ser submetidas e estão sujeitas a aprovação da comissão científica do evento.

Todos os que desejem propor uma comunicação, cuja apresentação será presencial e com um tempo de exposição de até 15 minutos, deverão submeter, até ao dia 30 de abril de 2025, o respetivo título, com um breve resumo (300 palavras) do teor da comunicação, e alguns elementos essenciais de identificação curricular científica ou académica, na página web do VII Colóquio Internacional Diálogos Luso-Sefarditas, recorrendo ao seguinte link.”

Genealogia e o Gene da Viagem: Como os Testes de DNA Revelam Mais do que Origens

A genealogia evoluiu. Se antes dependíamos exclusivamente de documentos e arquivos antigos, hoje temos ao nosso alcance uma ferramenta poderosa e reveladora: os testes de DNA. Mas a genética não apenas nos ajuda a descobrir de onde viemos — ela também pode revelar para onde queremos ir (colocar a negrito).

Entre as muitas descobertas genéticas fascinantes, uma delas tem chamado a atenção de cientistas e curiosos em todo o mundo: o chamado “gene da viagem”.

Testes de DNA e a busca pelas raízes familiares (colocar a negrito)
A genealogia genética tem transformado a forma como investigamos o passado. Com um simples teste de saliva, é possível obter informações sobre linhagens familiares, ancestralidade étnica e relações de parentesco distantes. Os testes comparam o seu DNA com enormes bases de dados globais e constroem um retrato mais completo da sua história pessoal.

Além disso, esses testes ajudam a:

  • Identificar regiões de origem dos seus antepassados
  • Confirmar ou expandir árvores genealógicas
  • Explorar possíveis conexões com comunidades históricas, como os sefarditas

O que é o gene da viagem (DRD4-7R)? (negrito)
Pesquisas em neurociência e genética identificaram uma variante específica do gene DRD4, chamada DRD4-7R, que está associada ao comportamento exploratório. Este gene afeta os receptores de dopamina, influenciando o nosso sistema de recompensa e prazer.

Pessoas com essa variante genética tendem a demonstrar:

  • Maior curiosidade
  • Impulsividade controlada
  • Desejo por novas experiências
  • Atração por viagens e descoberta de novos lugares

Essa predisposição genética pode explicar por que algumas pessoas sentem um forte impulso por explorar o mundo, enquanto outras preferem permanecer em ambientes familiares.

O gene da viagem e a curiosidade pelas origens (negrito)
O mais interessante é que o impulso por viajar muitas vezes está ligado à vontade de conhecer as próprias raízes. É comum que pessoas que realizam testes de DNA genealógicos queiram visitar os locais onde seus antepassados viveram — cidades, vilas, países distantes ou até comunidades específicas.

Assim, o “gene da viagem” não é apenas um convite à aventura, mas também uma ponte entre o passado e o presente. Viajar pode ser uma forma de voltar para casa, mesmo que nunca se tenha estado lá antes.
Ciência e identidade: duas faces da mesma busca
Tanto a genealogia tradicional como a genética moderna revelam aspectos profundos da nossa identidade. Elas respondem a perguntas como:

  • Quem sou eu?
  • De onde vim?
  • O que carrego no meu código genético — memórias, culturas, comportamentos?

Ao integrar essas informações, descobrimos não apenas nomes e datas, mas motivações e características que explicam o nosso modo de ser e agir.
Se sente que nasceu com vontade de ir mais longe, talvez não seja apenas uma questão de personalidade — pode estar inscrito no seu ADN. Os testes de DNA são hoje uma ferramenta poderosa para quem quer conhecer tanto o passado familiar como os impulsos naturais que nos movem.

Descubra a sua ancestralidade. Entenda as suas raízes. E quem sabe, encontre no seu próprio DNA a razão pela qual viajar está no seu sangue.